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PORQUE OS JOVENS BUSCAM AS DROGAS PDF Imprimir E-mail
Escrito por Dolores   
Seg, 05 de Julho de 2010 21:00

 

Que as drogas fazem mal, ninguém discute. O que se discute é por que, mesmo sabendo disso, as pessoas continuam a usá-las e em proporções cada vez maiores. Esta é uma verdade que desafia a inteligência de todos os que estudam o assunto, mesmo porque a faixa etária daqueles que estão se iniciando no vício, está diminuindo assustadoramente. A mídia informa diariamente que crianças com 8, 9 e 10 anos já estão usando maconha, bebidas alcoólicas, cola de sapateiro, cocaína, crack, etc e, sob o efeito destas drogas, sem o perceber, estão ingressando no exército dos marginais, onde são iniciados no roubo, na prostituição, nos assaltos e nos crimes.

O espírito grupal:

O jovem só consegue ingressar num grupo de maconheiros se ele também começar a usar maconha. Isto vale para a cocaína, o crack, ou qualquer outra droga. É interessante observar que o espírito grupal manifesta-se mais intensamente em relação aos dependentes do crack, porque em grupo eles se consideram mais protegidos, além de ocorrer, quando necessário, um empréstimo de droga entre eles.

Espelhando-se no ídolo:

Como é sabido, os jovens procuram imitar os ídolos em tudo que fazem, inclusive no uso das drogas.
Ainda hoje, a mídia sensacionalista está explorando a triste imagem do mais famoso jogador de futebol da década de 80, o fenomenal Maradona, vítima da cocaína que já destruiu, segundo os médicos que o atendem, dois terços de seu coração. Sua fotografia estampada nos jornais mostra, de maneira cruel, todo o estrago feito pela cocaína no seu organismo. E nos perguntamos, por quê? Por que um jovem que teve o mundo a seus pés, que foi idolatrado, endeusado e rico, se aniquila usando tal droga?
Por outro lado, duas ou três causas juntas, como, por exemplo, curiosidade, desinformação e falta de perspectiva, transformam os jovens nas mais indefesas vítimas dos traficantes de drogas. Quem não gostaria de experimentar o êxtase (a droga do amor), se alguém lhe disser que esta droga aumenta seu desejo sexual, prolonga sua ereção, melhora sua aprendizagem na escola e não faz nenhum mal? Claro que tudo isso é mentira. Mas e daí? Curioso por natureza, desinformado por omissão de quem devia orientá-lo e sem perspectiva de um futuro melhor, certamente ele irá experimentá-la. E daí ao vício é apenas questão de tempo.
 

O poder implacável das drogas:

O problema das drogas é muito maior "do que a nossa vã filosofia imagina" e não será solucionado enquanto a sociedade não se conscientizar da sua importância nesta luta, principalmente porque as drogas não escolhem vítimas, não respeitam classes sociais e nem mesmo se preocupam com o poder aquisitivo das pessoas. Simplesmente elas chegam e se apossam dos indivíduos, que, salvo raras exceções, tornam-se seus escravos.

Isso não me atingirá:

Para todos os que acham que seus filhos jamais serão atingidos pelas drogas, devo mencionar o provérbio chinês que diz: "A chuva não cai apenas no telhado do vizinho, ela cai no nosso telhado também."
Aceitando como verdade o que está escrito acima, e considerando o que disse Mariz de Oliveira no seu artigo "Os equívocos de sempre" (O Estado de S.Paulo, 14.05.1991), a solução do problema torna-se muito mais difícil numa sociedade em que o indivíduo passou a ser valorizado pelo sucesso financeiro que conseguiu obter e pelo patrimônio que conseguiu amealhar. Assim, a substituição do Ser pelo Ter, inverteu a escala de valores sociais e morais. Atualmente, o indivíduo vem sendo avaliado pelo que tem e não pelo que é. A angústia gerada por esse contexto pode, e seguramente é, uma das causas fundamentais do maior consumo de drogas, porque as pessoas procuram, com essa prática, camuflar suas insatisfações.

Consequências (Resultado do descaso social, da mídia irresponsável e do ostracismo governamental):


Nem todo menor carente é um infrator ou poderá se tornar um marginal, em função da miséria e do abandono em que se encontra. No entanto, suas necessidades culturais e afetivas constituem um campo fértil a impulsioná-lo para a marginalidade.
Daí, uma sociedade que passou a valorizar o Ter em detrimento do Ser, que se vangloria de tentar levar vantagem em tudo e aplaude e busca soluções fora da lei, agindo de tal forma, e à medida que volta as costas para os menos afortunados, somente provoca situações de convite à violência e de estímulo à criminalidade. Essas verdades incomodam, porque somos todos responsáveis, desde o governo às elites dirigentes e, também, à classe média, entregue aos prazeres dos pequenos delitos e adotando como valores morais os pregados na novela das 8 horas.

Temos que lutar em favor do procedimento inverso (de nós para a sociedade):

Embora de difícil solução, porém não impossível, devemos começar agora com dedicação, perseverança e competência, tentar solucioná-lo. Se não fomos nós que criamos tal problema, não adianta também ficar jogando a culpa no vizinho. Mesmo porque somente ele não é o responsável. O que importa agora é não nos omitirmos, mas participarmos do mutirão que se propõe a resolvê-lo.
A primeira etapa seria um processo educacional, começando nas nossas casas e continuando nas escolas, onde os jovens teriam oportunidade de retomar antigos valores perdidos no tempo, tais como ética, moral e cidadania. Consolidados esses valores, dificilmente alguém seria envolvido pelos párias da sociedade, os narcotraficantes, porque ele saberia neutralizar seus argumentos.

E termina assim seu artigo:

"Somente isto não resolveria o problema, mas seria o ponto de partida para vivermos os próximos anos em paz, harmonia e felicidade. Que Deus nos ajude."

 

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